No
dia 7 de maio, próxima terça-feira, às 10h, na Alerj. O Estado do Rio de
Janeiro, assim como todo o Brasil, tem um compromisso: erradicar os
lixões até 2014. Os locais irregulares de depósito dos resíduos sólidos
deverão ser encerrados e dar lugar a aterros sanitários. É o que
determina a Política Nacional de Resíduos Sólidos, em vigência desde 2010.
E para monitorar o andamento deste processo em território fluminense, a
deputada Aspásia Camargo, presidente da Comissão de Saneamento
Ambiental da Assembléia Legislativa, promove na próxima terça-feira, dia
7 de maio, a Audiência Pública para Acompanhar o Encerramento dos
Lixões. O encontro será no auditório Nelson Carneiro, sexto andar do
prédio anexo da Alerj, às 10h.
O tema do fim dos lixões vem
ganhando muito destaque no Rio. No ano passado, Gramacho, que
colecionada títulos como 'o grande vilão ambiental da Baía de Guanabara'
ou 'o maior aterro sanitário da América Latina', fechou suas portas,
sendo substituído pelo Aterro de Seropédica, mais moderno e
tecnologicamente preparado para receber as nove toneladas diárias de
resíduos sólidos geradas só pela cidade do Rio de Janeiro.
Mas o
Estado está em vias de conseguir encerrar seus lixões no tempo
previsto? Assim como de construir os aterros saneados para receber os
resíduos? Os catadores estão recebendo o suporte necessário? O que tem a
dizer o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a Secretaria de Meio
Ambiente do Estado, as prefeituras, as associações e cooperativas de
catadores, entre outras autoridades e membros da sociedade civil?
Na próxima terça-feira, venha fazer este debate!
Mais informações: (21) 2588-1646
sexta-feira, 3 de maio de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
Calendário dos mutirões voluntários de 2013
SOS Trilhas / Trilhas Quase Secretas
- 16 de Fevereiro – Sábado – 5º Mutirão PEPB – Amigos do Parque
aguardem matéria com resultado do Mutirão
-
17 de Março – Domingo – Praia do Sossego (Niterói - RJ)Atenção!!!
Nova data - 7 de Abril - Domingo – Praia do Sossego (Niterói - RJ)
- 27 e 28 de Abril – Domingo – Parque Estadual da Pedra Branca (PEPB) – Pico da Pedra Branca
- 09 de Junho – Domingo – Aguardando confirmação do local
- 11 de Agosto – Domingo – Parque Natural Municipal de Nova Iguaçu
-
20 de Outubro – Domingo – Praias Selvagens
Datas e locais dos mutirões estão sujeitos a mudanças caso haja necessidade.
Maiores informações:
http://www.sostrilhas.com/2013/02/calendario-de-mutiroes-sos-trilhastqs.html
Parque Nacional da Tijuca
23 de fevereiro (sábado) – Oficina de Manejo de Trilha + Comemoração dos 10 anos de voluntariado do PNT
24 de fevereiro (domingo) – Mutirão na Trilha Parque Lage X Corcovado + Palestra com Alexandre Justino sobre a História do PNT
24 de março (domingo) – Mutirão na Trilha do Vale do Rio Cabeça
13 de abril (sábado) – Mutirão na Trilha da Cachoeira dos Primatas X Vale do Rio Cabeça
19 de maio (domingo) – Mutirão na Trilha da Represa dos Ciganos
15 de junho (sábado) – Mutirão na Trilha da Cachoeira das Almas
07 de julho (domingo) – Mutirão na Trilha da Pedra Bonita / Agulhinha
17 de agosto (sábado) – Mutirão na trilha da Pedra da Gávea
15 de setembro (domingo) – Mutirão na Trilha do Pico da Tijuca
19 de outubro (sábado) – Mutirão nas Trilhas do Museu do Açude
24 de novembro (domingo) – Mutirão nas Trilhas do Morro da Taquara / Cocanha
07 de dezembro (sábado) – Mutirão nas Trilhas Circulares do PNT e Confraternização de Final de Ano
23 de fevereiro (sábado) – Oficina de Manejo de Trilha + Comemoração dos 10 anos de voluntariado do PNT
24 de fevereiro (domingo) – Mutirão na Trilha Parque Lage X Corcovado + Palestra com Alexandre Justino sobre a História do PNT
24 de março (domingo) – Mutirão na Trilha do Vale do Rio Cabeça
13 de abril (sábado) – Mutirão na Trilha da Cachoeira dos Primatas X Vale do Rio Cabeça
19 de maio (domingo) – Mutirão na Trilha da Represa dos Ciganos
15 de junho (sábado) – Mutirão na Trilha da Cachoeira das Almas
07 de julho (domingo) – Mutirão na Trilha da Pedra Bonita / Agulhinha
17 de agosto (sábado) – Mutirão na trilha da Pedra da Gávea
15 de setembro (domingo) – Mutirão na Trilha do Pico da Tijuca
19 de outubro (sábado) – Mutirão nas Trilhas do Museu do Açude
24 de novembro (domingo) – Mutirão nas Trilhas do Morro da Taquara / Cocanha
07 de dezembro (sábado) – Mutirão nas Trilhas Circulares do PNT e Confraternização de Final de Ano
Maiores informações:
http://www.sostrilhas.com/2013/01/calendario-dos-mutiroes-do-pnt-2013_22.html
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Roupas que produzem energia a partir do sol
Com painéis solares ultra-finos para guarnição e um carregador USB localizado na cintura, a roupa capta os raios solares para carregar celulares, iPods e outros dispositivos portáteis. Usando fios de algodão condutores, Abbey Rachel Liebman, estudante de
vestuário eciência da fibra (FSAD) da Universidade Cornell, em Nova
York, criou uma coleção de roupas capaz de produzir energia, a partir do
sol. O vestuário mantém o usuário conectado onde quer que esteja.
Com painéis solares ultra-finos para guarnição e um carregador USB localizado na cintura, a roupa capta os raios solares para carregar celulares, iPods e outros dispositivos portáteis. Abbey desenvolveu o casaco, que estreou na passarela no 26º desfile anual da Liga Cornell de Design (CDL).
"Eu pensei em estar no meio do deserto e na necessidade do telefone. Como mantê-lo carregado?" disse a estudante de design. "Ele se encaixa no estilo de vida da cidade, também. Estamos sempre em movimento, e você não quer desacelerar, porque o telefone está morto." A ideia para a e-jacket, ou jaqueta eletrônica, surgiu a partir de reuniões com Juan Hinestroza, professor assistente de ciência da fibra e diretor do Laboratório de Nanotecnologia Têxtil da Universidade Cornell. A peça se baseia em tecnologias desenvolvidas na Universidade, e foram patenteadas por Hinestroza e George Malliaras, professor associado de ciência dos materiais e engenharia. As duas tecnologias utilizadas permitem que o revestimento de algodão, com uma camada modelada, precisamente padronizada, com menos de 80 nanômetros de espessura, resulte em um tecido que transmite corrente como um fio de metal.
"A tecnologia permite que o algodão permaneça flexível e confortável enquanto é eletricamente condutivo", disse Hinestroza. "As tecnologias anteriores alcançaram condutividade, mas tornaram-se fibras rígidas ou pesadas, ao contrário dos nossos fios, que são amigáveis para um processamento posterior, tais como tecelagem, costura e tricô." Como os eletrônicos vestíveis se tornaram um objetivo, Hinestroza disse que a tecnologia poderia ser incorporada em camisetas para medir a frequência cardíaca ou analisar suor, costuradas em travesseiros para monitorar os sinais do cérebro ou aplicadas para criar têxteis interativos com aquecimento e capacidade de refrigeração.
A jaqueta movida a energia solar é uma das dez peças que Abbey projetou para o desfile. Para ela, "A ciência não deveria estar longe da arte. A ideia é combinar tecnologia e moda de uma forma que seja funcional, mas seja atraente, também."
A tecnologia ainda é muito nova, e as roupas ainda são protótipos, por isso não existe previsão de lançamento. Com informações da Cornell University.
Com painéis solares ultra-finos para guarnição e um carregador USB localizado na cintura, a roupa capta os raios solares para carregar celulares, iPods e outros dispositivos portáteis. Abbey desenvolveu o casaco, que estreou na passarela no 26º desfile anual da Liga Cornell de Design (CDL).
"Eu pensei em estar no meio do deserto e na necessidade do telefone. Como mantê-lo carregado?" disse a estudante de design. "Ele se encaixa no estilo de vida da cidade, também. Estamos sempre em movimento, e você não quer desacelerar, porque o telefone está morto." A ideia para a e-jacket, ou jaqueta eletrônica, surgiu a partir de reuniões com Juan Hinestroza, professor assistente de ciência da fibra e diretor do Laboratório de Nanotecnologia Têxtil da Universidade Cornell. A peça se baseia em tecnologias desenvolvidas na Universidade, e foram patenteadas por Hinestroza e George Malliaras, professor associado de ciência dos materiais e engenharia. As duas tecnologias utilizadas permitem que o revestimento de algodão, com uma camada modelada, precisamente padronizada, com menos de 80 nanômetros de espessura, resulte em um tecido que transmite corrente como um fio de metal.
"A tecnologia permite que o algodão permaneça flexível e confortável enquanto é eletricamente condutivo", disse Hinestroza. "As tecnologias anteriores alcançaram condutividade, mas tornaram-se fibras rígidas ou pesadas, ao contrário dos nossos fios, que são amigáveis para um processamento posterior, tais como tecelagem, costura e tricô." Como os eletrônicos vestíveis se tornaram um objetivo, Hinestroza disse que a tecnologia poderia ser incorporada em camisetas para medir a frequência cardíaca ou analisar suor, costuradas em travesseiros para monitorar os sinais do cérebro ou aplicadas para criar têxteis interativos com aquecimento e capacidade de refrigeração.
A jaqueta movida a energia solar é uma das dez peças que Abbey projetou para o desfile. Para ela, "A ciência não deveria estar longe da arte. A ideia é combinar tecnologia e moda de uma forma que seja funcional, mas seja atraente, também."
A tecnologia ainda é muito nova, e as roupas ainda são protótipos, por isso não existe previsão de lançamento. Com informações da Cornell University.
Fonte: Instituto By Brasil
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